terça-feira, 15 de setembro de 2015

SALVAGUARDA DO CORDEL

Poeta e folheteiro Gonzaga Vieira, em atividade há mais de 40 anos

IPHAN promove a salvaguarda e tombamento da Literatura de Cordel, Cantoria, Aboio, Coco, Embolada e Xilogravura como PATRIMÔNIO IMATERIAL DO POVO BRASILEIRO.

"Patrimônio é tudo o que criamos, valorizamos e queremos preservar: são os monumentos e obras de arte, e também as festas, músicas e danças, os folguedos e as comidas, os saberes, fazeres e falares. Tudo enfim que produzimos com as mãos, as idéias e a fantasia" (Cecília Londres)

Stélio Torquato, Lucas Evangelista, Arievaldo, Raimundo Cândido e Humberto Paz

Ao propor práticas e estratégias para a salvaguarda de bens culturais de natureza imaterial, o IPHAN enfrenta o desafio de trabalhar na perspectiva de reconhecimento e valorização das diversificadas e dinâmicas referencias culturais de diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.



LITERATURA DE CORDEL

Luzia Dias, Lucas Evangelista, Arievaldo Viana, Rouxinol do Rinaré e Evaristo Geraldo

O poeta "popular" ou de "bancada", mas conhecido hoje em dia como CORDELISTA está na mira do IPHAN. A Academia Brasileira de Literatura de Cordel - ABLC apresentou documento requerendo o tombamento do cordel e da cantoria como patrimônio imaterial do povo brasileiro. A pesquisadora Rosilene Melo, responsável pela regional Nordeste, incumbiu-me de entrevistar os poetas do Ceará, Piauí e Maranhão. Estarei viajando para Teresina no final deste mês de setembro e para São Luís no início de outubro. Iniciamos o trabalho na semana passada e já entrevistamos alguns poetas, dentre os quais Stélio Torquato, Paulo de Tarso e Lucarocas. Em seguida, foram entrevistados Arlene Holanda (poeta e ilustradora) e Eduardo Macedo (cordelista e xilogravador).
Muitos outros já estão agendados. Interessados em saber mais sobre essa pesquisa, podem entrar em contato comigo através deste e-mail: acordacordel@hotmail.com