quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

A MULHER QUE FUGIU COM UM ET NO CARNAVAL...

 
 
 
 
Feijão branco era tingido com corante para ficar com cor verde (Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)

FONTE: http://g1.globo.com/ceara/noticia/2015/02/grupo-e-preso-por-vender-feijao-verde-tingido-no-centro-de-fortaleza.html

 

O CASO DO FEIJÃO FALSIFICADO

E DA MULHER QUE FUGIU COM UM ET NO CARNAVAL

Autores: Arievaldo Vianna, Jota Batista e Pedro Paulo Paulino.

 

Ao lançar da minha pena

Nas páginas desse caderno,

- Enquanto o povo sofrido

Suspira pelo inverno -,

Outros da parte do Cão

Estão pintando feijão

Fazendo o maior inferno.

 

Eu pergunto ao Pai Eterno

O que mais falta se vê?

É só roubo e violência

Nos jornais e na TV,

Inda mais, no carnaval,

Uma mulher, só de mal,

Teve um caso com um ET.

 

Primeiro eu conto a você

A história do feijão

Que se deu em Fortaleza

Causando admiração;

Uma mente “satanável”

Fez o caso mais notável

De uma falsificação.

 

De posse de um galão

De uma tinta esverdeada

Um saco de feijão branco

Água fervida ou gelada

Fez logo o feijão inchar

Ficar verde e embalar

Para vender na calçada.

 

Virgem Mãe Imaculada

Que sujeito astucioso!

O povo comprou feijão

Por ser verdinho e “gostoso”;

Mas quem provava uma vez

Não se tornava freguês,

Por ficar branco e pastoso.

 

Mesmo assim, algum guloso,

Se passando por incauto

Comprava bem baratinho

Pra vender por preço alto;

Uma velha “sacripanta”

Foi comprar feijão pra janta

Desconfiou do assalto.

 

E depois gritou bem alto:

- Numa seca como esta,

Se vê tanto feijão verde

Numa quantidade desta?!

Lhe respondeu o “Camonge”:

- Isso vem de muito longe,

Lá do bairro da Floresta!
 
(...)
 
 
CASO DA MULHER FALSA AO MARIDO ABDUZIDA POR ET'S (TRECHOS)
 
 

Não aprende quem não quer

Besta é quem vive iludido
Se não existisse otário
Que seria do sabido?
Uma mulher sem pudor
Foi num disco voador
Trair o próprio marido.
 
Esse mundo está perdido
E mergulhado no mal
A mulher saiu de casa
Na véspera do carnaval
E voltou na quarta-feira
Contando, toda faceira,
Um caso bem anormal.
 
Disse a cuja, num jornal,
Com a cara mais lambida
Que ia para a igreja
Contente e feliz da vida
Quando durante o trajeto
Surgiu um grande objeto
Sendo a mesma abduzida.
 
E o marido da "bandida"
Caiu num golpe de mestre
Para um jumento só falta
O rabo e a carcaça equestre;
Em figura de raposa
Dizia que a sua esposa
Fugiu com um extraterrestre.

 
(...)