quarta-feira, 16 de julho de 2014

ARIEVALDO VIANA NA FLIPINHA DE PARATY-RJ

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 Flipinha e FlipZona, a festa das crianças e dos jovens

FOTO: DIVULGAÇÃO
Programação infantil traz encontros com autores e ilustradores

PARATY
Parte da programação da Flipinha, a Ciranda dos Autores leva a Paraty um time de nove escritores e seis ilustradores de livros infantis, que participam de encontros aguardados com expectativa pelos alunos das escolas da cidade.
A mesa Da memória às histórias, que reúne as ilustradoras Laura Teixeira e Luciana Grether Carvalho marca a abertura das atividades na tenda da Flipinha. Ilustração é o tema da conversa de Daniel Kondo, que desenhou Contos das quatro estações e Domingão joia, e Mario Bag, cujos traços estão em Mentiras caipiras e Mitos e lendas do folclore do Brasil.
Entre os destaques, também aparecem a cultura indígena, com o amazonense Roni Wasiry Guará, do povo Maranguá, e a temática nordestina, presente nas obras Cordel da Candelária e Cordel das cavalhadas, de Sandra Lopes; e nas adaptações de Shakespeare para o teatro e o cordel, de Arievaldo Viana. 
Complementam as atividades da Flipinha as apresentações de alunos das escolas de Paraty, os já tradicionais “pés de livro”, que convidam à leitura sob as árvores da Praça da Matriz, e a mesa em homenagem a Millôr Fernandes.
Formação de leitores 
Ao longo do ano, a Casa Azul desenvolve em Paraty um trabalho permanente de formação de leitores, como parte do programa educativo da Biblioteca Casa Azul, que envolve cerca de 13 mil alunos de mais de 40 escolas públicas e privadas da região. No início do ano letivo, os professores recebem o Manual da Flipinha, material didático com informações sobre a vida e a obra dos autores convidados, e participam de uma oficina de formação. É o ponto de partida para trabalharem a Flipinha em sala de aula, com leituras e atividades práticas que culminam nas apresentações dos alunos nos dias de festa.
FlipZona: espaço de experimentação
A programação jovem contempla diferentes áreas de interesse e se caracteriza pela presença de múltiplas linguagens, como a produção audiovisual e o grafite. Palestras, bate-papos e oficinas fazem parte da programação, que traz para o universo jovem alguns autores da programação da Flip, como Antonio Prata e Eliane Brum, e da Flipinha, como a escritora e roteirista Rosana Rios.

Ao longo dos cinco dias da Flip, um grupo de jovens paratienses estará ativo na Central FlipZona – uma redação jornalística que fará a cobertura de toda a festa literária. No último dia, domingo, será a vez de apresentarem sua produção audiovisual: é o CineZona.
Oficinas para jovens
Assim como na Flipinha, o trabalho de formação com foco nos leitores jovens – sob o nome de FlipZona – também é um movimento que acontece o ano inteiro na Biblioteca Casa Azul, em Paraty. Sempre aberta a novos participantes, a FlipZona mantém um blog e realiza oficinas de artes visuais e literatura. Em abril e maio de 2014, realizou uma oficina de fotografia com Walter Craveiro, fotógrafo oficial da Flip, e uma oficina de grafite, com o designer e grafiteiro carioca Meton Joffily. Participaram cerca de 80 jovens paratienses. 

SAIBA MAIS: http://www.avozdacidade.com/site/page/noticias_interna.asp?categoria=56&cod=33984